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Considere aqui um lixão de pensamentos, (Prefiro que pense assim) onde estes são disparados como dardos nos momentos mais inesperados da minha vida, cavoque-os para encontrar pensamentos serios e profundos ou talvez bobagens sem sentido algum para você. As palavras aqui enterradas podem ter valor aos que sabem reconhecer ou para quem não tem absolutamente nada para fazer. Mas lembre-se sempre, Meu lixo, seu luxo.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

El cantar de la luna oscura

Es el país de la luna oscura
Es la habitación deshabitada
Es la más bella criatura
Es la dama descorazonada.

Apuestos galanes la cortejan
Y aquellos que la han conseguido
Con el paso del tiempo la dejan
Y ella llorando, escoge el olvido.

De olvido vive
De olvido muere
Como planta en jardín olvidado.

De olvido vive y
De olvido muere
Como planta en jardín olvidado
Sabiendo que nadie la quiere
Sabiendo que nadie la ha amado.

Es la inocencia perdida
Es la degenerada
Y unas lágrimas perdidas
María vive desesperada.

De olvido vive
De olvido muere
Como planta en jardín olvidado.

De olvido vive y
De olvido muere
Como planta en jardín olvidado
Sabiendo que nadie la quiere
Sabiendo que nadie la ha amado.
 
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